O movimento pela CBHPM nos Estados Balanço atualizado até 10/03/2009
Acre – Após as eleições das Federadas, a Comissão reestrutura seu corpo de representantes. De acordo com o coordenador, que permanece no cargo, a Unimed paga R$ 40,00 pela consulta, mas não paga UCO e faz conversão para lista de procedimento de 1992, usando apenas a nomenclatura da CBHPM. O mesmo acontece com a Unidas.
Fonte: Dr. Antônio Clementino da Cruz Jr. (coordenador CEHM), 06/03/09, 17h
Alagoas – Em relação à Unidas não houve entendimento quanto à implantação da quarta edição da CBHPM e a Comissão tem discutido suspender o atendimento a quatro planos filiados à empresa de autogestão. A decisão foi aprovada por todos os integrantes: Medcoop (Cooperativa de Serviços Médicos e Hospitalares), Coophaia, Santacoop (Cooperativa dos Médicos da Santa Casa de Misericórdia), Coopnest e as cooperativas de outras especialidades médicas. Estas empresas deverão receber brevemente comunicado de denúncia de contrato. O valor da consulta pago pela Unidas é R$ 42,00, deflator de -20% tanto para UCO como para portes, e terceira edição da CBHPM. A Unimed continua praticando apenas os capítulos 1 e 3 da quarta edição. A consulta vale R$ 33,60, com deflator de -20%.
Fonte: Dr. Cléber Costa de Oliveira (coordenador CEHM), 02/03/09, 11h
Amapá – A Comissão será reestruturada em breve.
Fonte: Associação Médica do Amapá, 03/03/09, 9h30
Amazonas - A Comissão está sendo reestruturada.
Fonte: Associação Médica do Amazonas, 09/03/09, 12h30
Bahia – O grupo Unidas adota a terceira edição da CBHPM, com consulta a R$ 42,00 e deflator de -20% tanto para os procedimentos como para a UCO. Pontualmente a Petrobras adota -18% para os portes. A Unimed paga pela consulta realizada pelos cooperados R$ 33,60. Em relação ao Planserv, hoje a consulta custa R$ 30,00, mas a Comissão espera que, a partir do próximo mês, seja R$ 33,60. As dificuldades com as empresas de medicina de grupo permanecem, uma vez que a pulverização do segmento prejudica a abordagem uniforme. Em relação às seguradoras, o posicionamento da Comissão é que esta deva ser uma negociação de âmbito nacional. De acordo com o coordenador, preocupa o fato de que a quinta edição da CBHPM já esteja disponível, mas a quarta não esteja implantada e ainda existam pendências em relação à adoção da terceira. Ele frisa a importância de que o movimento reascenda, provando que os médicos são capazes de se mobilizar para que não sejam reféns novamente, como eram há dez anos.
Fonte: Dr. José Marcio Maia (coordenador CEHM), 02/03/09, 18h
Ceará – A Comissão aguarda agendamento da reunião com a Unidas para continuar com as negociações. Os médicos apresentaram proposta de reajuste de 20% na consulta, com redutor de -5% para os procedimentos (hoje é de -15%). O grupo ficou de apresentar contraproposta. A Unimed, desde o dia 1º de dezembro de 2008, paga R$ 45,00 pela consulta, com banda de -10% para procedimentos (desde 1º de janeiro de 2009). A UCO é negociada diretamente com as especialidades. A Comissão negocia ainda reajustes com os seguintes planos: AMA (que atualmente paga R$ 42,00 pela consulta, CBHPM plena); Norclínicas (desde 30 de março de 2007 paga R$ 38,00 para consultas, deflator de -10% para procedimentos e UCO negociada por especialidade); Medial (consulta a R$ 42,00, deflator de -15% tanto para portes e como UCO desde 17 de abril de 2007); Amil (desde 25 de abril de 2007, consulta de R$ 38,00, deflator de -17% para procedimentos e -30% para UCO); e Golden Cross (R$ 42,00 para consultas, -16,4% tanto para portes como para UCO desde o dia 1º de junho de 2007).
Fonte: Dr. Florentino Cardoso Filho (coordenador CEHM), 10/03/09, 9h15
Distrito Federal – Segundo o coordenador, a situação de Brasília é peculiar. O trabalho da Comissão está focado na tentativa de que as prestadoras de serviço adotem a CBHPM. Este é um esforço muito mais político do que de negociação, pois as associações privadas, historicamente, têm negociado os valores de forma direta a cada vencimento de contrato. A Comissão tem mais dificuldade, entretanto, em atualizar a UCO, mas em relação aos honorários os reajustes estão dentro da expectativa.
Fonte: Dr. Luciano Gonçalves de Souza Carvalho (coordenador CEHM), 10/03/09, 9h
Espírito Santo – A Comissão espera agendamento da reunião com Ministério Público. No dia 10 de fevereiro, ocorreu encontro com procurador, quando foi dado prazo de 10 dias para que a Comissão apresentasse os documentos que comprovam os motivos que a fizeram entrar na Justiça em 2005 contra algumas operadoras de planos de saúde. Devido ao feriado de carnaval, entretanto, esse encontro foi desmarcado e até o momento não foi reagendado. Quando a data for definida, os integrantes da Comissão deverão apresentar todas as alterações contratuais e as queixas referentes à Unidas, Abramge e Unimed.
Fonte: Dr. Antonio Carlos Resende (coordenador CEHM), 09/03/2009, 12h30
Goiás – A Comissão negocia com quase todas as operadoras, pois a maioria está com acordo vencido ou perto de vencer. Em relação à Unidas, as conversas estão em pleno andamento, pois a partir de 1º de abril de 2009 haverá, conforme acordo, reajuste de valores. Atualmente o grupo paga R$ 42,00 pelas consultas, com deflator de -5% para os portes e de -10% para UCO. O CH é de R$ 0,34 e os valores da tabela de diárias e taxas dos hospitais tiveram aumento de 5,72%. A Comissão também negocia separadamente com GEAP, CAESAN, CASBEG e CAHEGO, pois não estão praticando os valores negociados com a Unidas. No dia 15 de fevereiro de 2009, houve reajuste de 9% linear com IMAS, plano da prefeitura de Goiânia. Já o IPASGO criou sistema de cotas para procedimentos eletivos, com a justificativa de tentar controlar os gastos. A Comissão também negocia reajustes, pois os valores praticados por este instituto estão bem abaixo da média de mercado. Foi encaminhada ainda proposta de negociação para as seguradoras Bradesco, SulAmérica, Golden Cross e Allianz.
Fonte: Dr. Robson Paixão de Azevedo (integrante CEHM), 05/03/09, 10h30
Maranhão – O coordenador não retornou as ligações.
Mato Grosso – A Comissão foi reestruturada e as negociações foram temporariamente interrompidas. Com a escolha do novo coordenador as reuniões com as operadoras de planos de saúde serão retomadas. A Unidas continua pagando R$ 42,00 pela consulta, -15% para os procedimentos, -20% para UCO, terceira edição. Já a Unimed-Barra do Garças paga R$42,00 pela consulta, com -10% para CBHPM e -15% para SADT e UCO. Unimed-Rondonópolis para R$ 45,00, 7,14% para CBHPM, SADT e UCO; Unimed-Vale do Sepotuba paga R$ 42,00, CBHPM plena.
Fonte: Dr. Alberto Carvalho de Almeida (coordenadora CEHM), 06/03/09, 11h15
Mato Grosso do Sul – A primeira reunião da Comissão depois de reestruturada ocorreu no dia 10 de março, quando foram decididas novas diretrizes de atuação.
Fonte: Moacyr Basso Júnior (integrante da CEHM), 04/03/09, 9h15
Minas Gerais – O coordenador ressalta que a Comissão está com as negociações parcialmente paralisadas, respeitando a medida preventiva do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Segundo última atualização da Comissão, realizada em 1º de fevereiro de 2009, o grupo ASASPE utiliza tabela própria e paga R$ 50,00 para as consultas de Pediatria e R$ 45,00 para as outras especialidades; Fenasaúde também utiliza tabela própria e tem pagado entre R$ 40,00 (SulAmérica Saúde – plano individual) e R$ 47,40 (Bradesco Saúde – plano empresarial) pelas consultas; Unidas ainda utiliza a terceira edição da CBHPM e paga R$ 38,00 pela consulta em consultório, R$ 30,40 consulta de urgência, com deflator de -18%; Unimed-BH utiliza tabela própria e paga R$ 40,00 pela consulta em consultório dentro de horário preestabelecido e R$ 30,57 pela consulta em pronto-socorro. A Comissão conversa com os grupos UNIDAS e ASASPE no sentido de tentar rever os valores acima.
Fonte: Dr. Alcebíades Leal Filho (coordenador da CEHM), 03/03/09, 18h
Pará – Os médicos do Pará iniciaram campanha nos jornais e em outdoors elucidando a população sobre os planos de saúde que ainda não utilizam a CBHPM. Por este motivo, o Ministério Público Federal convocou as partes para reunião no dia 9 de março, quando foi acordado que a Comissão tem 45 dias para se reunir com estes planos e dar a possibilidade de que se adequem à CBHPM. Caso isto não ocorra dentro do prazo determinado, a Comissão está autorizada pelo MP a prosseguir com a campanha, informando as pessoas que não mais procurem esses planos de saúde. Além disso, a Comissão negocia os reajustes de 2009 com todas as outras operadores de planos de saúde: pleitearão 8,5% de reajuste e implantação da 5ª edição. A próxima reunião será na semana que vem, com a Unimed.
Fonte: Dr. Marcus Vinicius Brito (coordenador CEHM), 10/03/09, 10h45
Paraíba – Desde o mês de fevereiro, Unimed tem pagado R$ 40,00 pela consulta, deflator de -5% para UCO e tabela cheia para os procedimentos. Já a Unidas continua pagando R$ 40,00, pela consulta, com -15% para UCO e -10% para procedimentos. Ambas usam a terceira edição da CBHPM. Em relação ao grupo Abramge, exceto os planos Bradesco Saúde e SulAmérica, paga R$ 25,00 pela consulta e SADT 0,25, com AMB-92.
Fonte: Dr. Fábio Antonio da Rocha de Souza (coordenador CEHM), 03/03/09, 9h
Paraná – As negociações de 2009 ainda não começaram. A primeira reunião do ano entre os componentes da Comissão ocorreu no dia 10 de março, quando foi traçada estratégia de abordagem com os convênios. Na próxima semana, dentro deste consenso, a Comissão inicia a estratégia de negociação.
Fonte: Dr. Nerlan Tadeu Gonçalves de Carvalho (integrante CEHM), 10/03/09, 14h30
Pernambuco – Depois de muita negociação, desde o dia 1º de janeiro de 2009 o plano Gremes, filiado ao grupo Unidas, tem pagado R$ 42,00 para a consulta, -12,5% para portes, -20% para UCO e quarta edição da CBHPM. Segundo a coordenadora, estes valores serão praticados até 31 de outubro, porque em 1º de novembro os valores serão majorados. As negociações serão retomadas em agosto. Já a Unimed tem reajustado apenas o valor da consulta, que atualmente vale R$ 46,00. Neste primeiro trimestre, a Comissão pretende discutir com a presidente da Unimed-Recife o pagamento dos procedimentos e exames pela CBHPM. Além disso, a Comissão, por meio da cooperativa de cardiologia intervencionista e hemodinâmica, conseguiu separar os honorários dos pacotes dos convênios dos hospitais, que agora só atendem pelas cooperativas. Os convênios devem negociar diretamente com a cooperativa de especialidades e a Comissão de Honorários. As empresas que não aceitam trabalhar com a quarta edição da CBHPM são atendidas por reembolso. Segundo a Coordenadora, este movimento está muito forte no Estado. Nenhum avanço com a Abramge.
Fonte: Dra. Maria de Lourdes David (coordenadora CEHM), 02/03/09, 12h20
Piauí - A consulta da Unimed para cooperados está R$ 50,00, com -15% para os procedimentos e -28% para UCO. A expectativa é que a cooperativa adote -10% para os portes em breve. Os outros convênios (Unidas, Atendemed, Hapvida, Humanas, Medplan e Intermed) têm pagado R$ 40,00, valor mínimo que a Comissão tem aceitado, com redutor de -16% para os portes e -28% para UCO. Todos adotam a terceira edição da CBHPM. De acordo com o coordenador, foram feitas no último ano algumas paralisações, especialmente com a Cassi, Correio e Capsaúde do grupo Unidas, como estratégia de negociação. Outra paralisação que ocorreu foi com o FUSEx, convênio do Exército, encerrada no final de fevereiro deste ano. Foi acertado R$ 40,00 para o valor da consulta e para procedimentos médicos serão adotados valores equivalentes aos da CBHPM 3º edição, observados os deflatores de -16% para procedimentos e -28% para UCO.
Fonte: Dr. Manuel Fortes (coordenador CEHM), 03/03/09, 12h10
Rio de Janeiro – As informações não foram entregues até a data de fechamento do balanço.
Rio Grande do Norte – A Comissão está sendo reestruturada.
Fonte: Associação Médica do Rio Grande do Norte, 09/03/09, 15h10
Rio Grande do Sul – A Unimed Porto Alegre adotou a 4ª Edição da CBHPM como referência a partir do meio do ano passado. A consulta hoje é de R$ 50,00. Paga CBHPM + 10%. Para SADT adotou a codificação da CBHPM e mantém os valores da AMB 92. A Comissão Estadual de Honorários Médicos (CEHM), juntamente com a CECOMED-Central de Convênios Médicos da AMRIGS está mantendo reuniões com a Unidas com vistas a adoção da CBHPM. Planeja-se iniciar negociações com a ABRANGE com o mesmo fim.
Rondônia – A nova composição da Comissão ainda não está definida. Entretanto, de acordo com o antigo coordenador, não houve alterações. Toda a categoria está insatisfeita com o rumo da implantação da CBHPM, principalmente em relação ao grupo Ameron. Unidas tem pagado R$ 36,00 pela consulta, com deflator de -20% para UCO e portes. O grupo utiliza ainda a terceira edição. Já Unimed continua pagando R$ 33,60, CBHPM plena para consulta, terceira edição.
Fonte: Dr. Samuel Castiel (ex-coordenador CEHM), 03/03/09, 10h15
Roraima – Depois que foi conseguido R$ 40,00 para a consulta, as negociações com a Unidas pararam. Segundo o coordenador, a Comissão prepara-se para negociar a implantação da quarta edição, mas o grupo de autogestão alega que o rateio é muito grande e não há como pagar. Haverá uma reunião depois do dia 16 de março. Nenhum avanço com Unimed.
Fonte: Dr. Alexandre Marques (coordenador CEHM), 04/03/09, 13h
Santa Catarina – Serão iniciadas as negociações com todos os planos de saúde, inclusive a Unimed, para a implantação dos valores que constam na quinta edição da CBHPM, sem redutor, -15% para SADT e com expectativa de chegar a -20% para UCO. Nesse primeiro momento, a Comissão visa principalmente aumentar o valor da consulta médica. A Unidas paga, atualmente, R$ 40,00 pela consulta, -18% para os portes e -28% para UCO, quarta edição. As Unimeds, porém, têm as mais variadas aplicações de valores. Segundo o coordenador, umas usam redutor, outras não e algumas pagam com acréscimo. Há uma Unimed no Estado que ainda não implantou a CBHPM. Uma das propostas da Comissão é tentar uniformizar esses valores.
Fonte: Dr. Genoir Simoni (coordenador CEHM), 04/03/09, 12h25
São Paulo – Os médicos paulistas estão inconformados com os atuais valores. Há manifestações tanto da capital como do interior apelando para que o movimento consiga reajustar os valores. As negociações com Abramge não avançam. Por outro lado, a Comissão chegou a um consenso com o grupo Unidas de que haja um mês de referência para o reajuste anual. Ainda não foram discutidos valores, mas os representantes da Unidas têm se mostrado favorável. As seguradoras já reajustam anualmente os valores, mas ainda está fora das expectativas dos médicos do Estado. Segundo o coordenador, entretanto, é o segmento que melhor paga atualmente. Em relação às Unimeds da capital e da região do ABC ainda estão aquém do que a Comissão gostaria.
Fonte: Dr. Tomás Patrício Smith-Howard (coordenador CEHM), 03/03/09, 10h30
Sergipe – A Comissão reuniu-se com o grupo Unidas no mês de dezembro para tratar dos reajustes dos procedimentos. A última negociação ocorreu em setembro de 2006, quando o grupo se comprometeu a levar o assunto aos planos filiados e informar os médicos sobre o acordado. Até o momento, porém, a Unidas não se pronunciou, apesar da insistência por parte da Comissão. Segundo o coordenador, com a reestruturação da CEHM ocorrida em fevereiro, planeja-se rever todos os acordos firmados anteriormente e convidar todos os convênios para negociar.
Fonte: Dr. Petrônio Andrade Gomes (coordenador CEHM), 06/03/09, 20h45
Tocantins – O coordenador informa que pretende reestruturar a Comissão. A Unimed-Palmas paga CBHPM plena para as consultas e utiliza a terceira edição. Outros planos têm pagado em média R$ 42,00.
Fonte: Dr. Jorge Pereira Guardiola (coordenador CEHM), 04/03/09, 10h30
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