Balanço financeiro e atividades de 2025 são aprovados em Assembleia da APM

Delegados também ratificaram doação de terreno da Regional de Lins

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Os delegados da Associação Paulista de Medicina aprovaram a prestação de contas e o relatório de atividades referentes a 2025, em Assembleia Ordinária realizada no último sábado, 25 de abril, na sede da entidade. Além do presidente da APM, Antonio José Gonçalves, compuseram a mesa solene o presidente da Assembleia de Delegados, Adnan Neser, e os secretários Ana Cristina Ribeiro Zollner e Walter Rodrigo Miyamoto.

O diretor adjunto de Patrimônio e Finanças da Associação, Clóvis Acúrcio Machado, apresentou o balanço financeiro, destacando o movimento associativo, receitas, despesas e investimentos da entidade, e os pareceres favoráveis da auditoria independente e do Conselho Fiscal.

Em Assembleia Extraordinária, Machado apresentou o terreno da APM Lins, que pertencia à Regional e está sendo doado à APM Estadual, avaliado comercialmente em R$ 440 mil. “A APM Lins só tem três associados pagantes, não tem a menor condição de manter o terreno, que pode render frutos interessantes para a Associação Paulista de Medicina”, destacou Antonio Gonçalves.

Na sequência, o presidente da APM fez uma apresentação sobre o patrimônio da Associação, os resultados financeiros dos seus três anos de gestão, dos três primeiros meses de 2026, do grande aumento de associados por conta da parceria com a TotalPass, dos encontros itinerantes com as 14 Distritais, dos repasses financeiros às Regionais, das integrações associativas e das melhorias na estrutura das APMs no interior.

“Isso mostra a nossa política de aproximação com as Regionais, de torná-las cada vez mais fortes. Estamos trabalhando de uma maneira muito tranquila em relação à integração associativa, para que as Regionais e a Estadual aumentem suas receitas, além da representatividade, que é o mais importante”, complementou Gonçalves.

Ainda falou sobre a situação do Exame Nacional de Proficiência em Medicina, que aguarda votação pelo Plenário do Senado; as diferenças entre ele o e Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed); a ausência de vagas de residência médica para todos os egressos e o aumento das pós-graduações que não concedem título de especialista; a má distribuição dos médicos pelo País; a Demografia Médica do Estado de São Paulo; e o aumento do número de generalistas.

Fotos: Alexandre Diniz