O debate ocorre em paralelo à tramitação de uma proposta no Congresso que cria o Profimed (Exame Nacional de Proficiência em Medicina), inspirado no modelo da prova da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). A iniciativa prevê que o CFM seja responsável pela aplicação do teste, uma atribuição que o conselho considera compatível com seu papel legal de fiscalizador e normatizador da profissão.
“O Enamed se transformou numa disputa política. Isso é grave. O governo federal quer para si a responsabilidade de aplicar e avaliar as provas. Mas é preciso que as entidades médicas acompanhem de perto. E mais: não basta uma prova teórica, é preciso também uma avaliação prática”, afirma Antonio José Gonçalves, presidente da APM (Associação Paulista de Medicina).
Fonte: Folha de S.Paulo – Confira a matéria completa aqui