Diretor da APM participa do 40º Congresso Brasileiro de Medicina Nuclear

João Sobreira de Moura Neto representou a entidade e reforçou a importância do vínculo com as sociedades de especialidades

Últimas notícias

A Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN) realizou, entre os dias 4 e 6 de setembro, o 40º Congresso Brasileiro de Medicina Nuclear. O evento ocorreu no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, e trouxe importantes atualizações científicas, troca de experiências e participação de convidados nacionais e internacionais, além de diferentes lideranças em Saúde.

Neste sentido, representando a Associação Paulista de Medicina, o vice-presidente da entidade, João Sobreira de Moura Neto, esteve presente na cerimônia de abertura do Congresso. Ele aproveitou para relembrar o grande potencial da Medicina Nuclear, que está em ampla expansão no País.

“Foi um excelente evento, com a participação de muitas pessoas e envolvendo temas de interesse para diferentes áreas, trazendo tudo o que há de mais moderno. É muito importante a APM participar e estar alinhada às sociedades de especialidades, justamente porque temos que trazê-las para cada vez mais perto de nós”, destaca.

Os três dias de Congresso apresentaram o potencial da Medicina Nuclear e focaram em temáticas que englobam desde Oncologia precisa até a abordagem da inteligência artificial como ferramenta aliada – dentro dos limites éticos de sua utilização –, além de demonstrar como tecnologia e prática estão cada vez mais integradas.

Em seu discurso, a presidente da SBMN, Elba Etchebehere, destacou as alianças estratégicas que a Medicina Nuclear vem desenvolvendo, no intuito de formular novas políticas de Saúde, e relembrou os desafios enfrentados pelos profissionais da área. “É uma profissão muito singular na assistência, porque temos imagem precisa, custo efetivo, terapia segura, com mínimos efeitos colaterais. A gente devolve força coletiva para o Brasil, tanto é que a Organização Mundial da Saúde falou que a nossa especialidade é um alicerce indispensável e um pilar universal para a cobertura de Saúde. Então, a mensagem da OMS é muito clara, porque investir em Medicina Nuclear é salvar vidas e salvar vidas é o investimento mais inteligente que podemos fazer.”

A especialista também destacou que a forma mais assertiva de fazer com que os milhares de brasileiros ao redor do País possam ter acesso e se beneficiar da Medicina Nuclear é por meio da união. “Isso não pode mais ser um privilégio de poucos, por isso o nosso Congresso precisa ir muito além de atualização científica e redes de contato, que já são importantíssimas, mas a união de todos nós aqui e de todas as instituições que defendem a Medicina Nuclear Brasileira também pode ser uma resposta. Este é um desejo como médica, professora e pesquisadora.”

Foto: Reprodução evento